SOBRE O AUTOR
![]() | Jorge Basto Sobreira Consultant | Trainer IncubIT jorge.sobreira@incubit.biz About.me |
| Comunicólogo, formador e gestor | Professor ensino superior | Comunicação, Gestão de Vendas, Marketing e Social Media | |
Do OMBUDSMAN ao Chief Listening Officer |
| Autor: Jorge Basto Sobreira |
| Segunda-feira, 12 Setembro 2011 09:49 |
Uma mudança no Paradigma Comunicacional Há cerca de um mês, publiquei aqui (http://mktportugal.com/blog/?p=2723) um artigo que falava das medidas a tomar no caso de uma determinada organização estar a viver um cenário de crise nascido nas Social Media. Num contexto de organização e de gestão, as medidas surgem, quase sempre, em consequência de alguma coisa. Enquanto profissional defendo, sempre que possível, o tratamento das causas. Quando se tratam estas, dispendemos menos energia, tempo e recursos a tratar das consequências. Reclamar é um direito de qualquer cliente. Para além disso, clientes insatisfeitos (mesmo que sem razão) vão sempre existir. E vão continuar a expôr o seu ponto de vista na Web de forma negativa, às vezes até hostil. Mesmo que os produtos / serviços que uma determinada organização venda sejam excelentes. O que está em causa, é o que as empresas fazem com essa informação que o cliente resolveu partilhar connosco. Quando um cliente reclama, ele está a contribuir com feedback que pode ser aproveitado para melhorar, o que ele espera da empresa e como ele pode ser satisfeito. Mas quantas pessoas reclamam? E quantas voltam a comprar? Segundo Philip Kotler, "uma instituição pode perder até 80% dos seus clientes muito insatisfeitos; 40% dos insatisfeitos; 20% dos indiferentes; e talvez 10% dos satisfeitos, mas, quanto aos clientes muito satisfeitos, apenas 2%.” Moral da história: se o cliente reclama, é porque quer continuar a ser cliente e esse é um fator a considerar. A questão que se coloca aqui é muito simples: as organizações, ouvem os seus clientes? Porque transformar uma ameaça numa oportunidade resume-se, muitas vezes, a apenas isso: ouvir! O OMBUDSMAN Hoje, temos de acarinhar os nossos clientes como se fossem nossos filhos. Já ninguém gosta de fazer parte de um target.... O marketing tem de ter em conta, para além das variáveis demográficas, os sentimentos e as emoções... mas, sobre isso, falarei numa próxima oportunidade. Artigo publicado em www.mktportugal.com em 17 de dezembro de 2010 Leia também: |





