Sargentão ou soldado raso? |
| Autor: Zé Fernando |
| Domingo, 03 Junho 2012 18:36 |
De tempos a tempos, por interesses que desconheço, mas que adivinho, aparecem notícias com o intuito de desviar as atenções de algum assunto ou acontecimento que não interessa que chegue ao conhecimento público ou se chegar que chegue como facto o consumado. Vem isto a propósito de mais uma novela Scolari. A primeira foi a novela Romário, a segunda foi a pergunta “você é do Porto?”, de seguida o murro ao sérvio Dragutinovic, para continuar agora com a novela Vitor Baía. Isto é para esconder o quê? Que vem por aí abaixo? Novos aumentos? Mais desemprego? Em relação a esta novela verifica-se que afinal todo o mundo conhecia as razões da não convocação do guarda-redes portista. Agora, veio o Sr. Borgonha, desculpem, o sr. Boronha confirmar que Vitor Baía não foi convocado por influência de Pinto da Costa. Caiu por terra um mito: Afinal o Sr. Scolari era influenciavel. Mas, ficou a saber-se mais: O Sr. Scolari é MENTIROSO! Disse que assistiu a um Belenenses-Porto e que o guarda-redes do Porto era Nuno Espírito Santo, quando nessa época (2002/2003) e na seguinte (2003/2004), nunca o guardião Nuno defendeu contra o Belenenses porque o Vitor Baía foi titular em todos esses jogos. Depois temos o Sr. Gilberto Madail a dizer que só por uma vez alguém ligado ao F. C. Porto, que não Pinto da Costa, tentou que não fossem convocados atletas do clube porque dois ou três dias depois iam disputar a meia-final da Liga dos Campeões de 2004. Madail até considerava isto normal. E considerava normal porque todos os clubes nesta situação assim procediam. Basta recordarmos um dos últimos jogos Benfica-Porto, em que os atletas de ambas as equipas se apresentaram na véspera do jogo porque tinham acabado de representar a selecção do seu país. O atleta James até chegou no próprio dia do jogo. No entanto os títulos dos jornais diziam: “Madail admite que F.C. Porto exercia influência na selecção”. Porquê este título? O mesmo Madail também disse: “Desde o início que Scolari apostou em Ricardo. Nem o Papa o faria mudar para o Vítor Baía” e disse também “Isso não tem pés nem cabeça! Estes ditos do Sr. Madaíl também davam para o título mas interessava mais um título que denegrisse uma instituição. Enfim, é o jornalismo que temos. Concluo com duas certezas e duas dúvidas, começando pelas certezas:
E terminando com as dúvidas:
Fico à espera de ver no que isto vai dar.
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