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Lusófona será auditada, mas não por ‘culpa’ da licenciatura de Relvas |
| Autor: Miguel Moreira |
| Sexta-feira, 13 Julho 2012 16:47 |
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Gabinete do Ministério da Educação e da Ciência diz ao DN que é “normal” uma auditoria à Universidade Lusófona, ainda que esse procedimento não tenha relação com a licenciatura do ministro Miguel Relvas, caso que já provocou a demissão do reitor. A Inspeção Geral da Educação e Ciência vai bater à porta da Lusófona, tal como o faz a todas as instituições de ensino superior. Passos Coelho acha bem e fala em "cultura de exigência", mas volta a não comentar a formação académica de Relvas. De acordo com o gabinete do ministro Nuno Crato, em declarações ao Diário de Notícias, o Ministério da Educação e Ciência encara com normalidade uma auditoria à Universidade Lusófona. “É natural que a Universidade Lusófona seja em breve novamente auditada”, revela o ministério. No entanto, a análise não tem relação com o caso Miguel Relvas, que não provocará qualquer diligência por parte do Ministério da Educação e da Ciência. Nuno Crato considera que o assunto está encerrado e recusou-se, recentemente, a tecer comentários, por se tratar de um caso que envolve um colega de Governo. Já está em curso, durante o ano de 2012, um ciclo de auditorias, de acordo com o DN, sendo que a Universidade Lusófona deve ser auditada pelo Ministério da Educação e da Ciência. A Inspeção Geral da Educação e Ciência vai bater à porta da Lusófona, sendo que os processos das licenciaturas de Miguel Relvas e de outros 88 estudantes poderão ser averiguados. Apesar de tudo, o Governo continua a revelar um discurso de proteção relativamente a Relvas. Apesar de defender que a auditoria na Lusófona “é bem-vinda e aumenta a cultura de exigência”, o primeiro-ministro, que falava em Paços de Ferreira, evitou comentários sobre a licenciatura do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares. Leia também:
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