Hoje é dia



8 de julho, nasce La Fontaine, o autor das fábulas sábias

Joana Teles   
Segunda-feira, 07 Julho 2014 23:00

la_fontaine‘A Lebre e a Tartaruga’ é uma das fábulas eternas, guardadas na Literatura e partilhadas ao longo de séculos, ao longo de gerações. Hoje é dia de recordar La Fontaine, que nasceu a 8 de julho de 1621, em França.

Jean de La Fontaine nasce a 8 de julho de 1621, numa pequena cidade chamada ‘Chateau-Thierry’. Iniciou os estudos em Teologia e Direito, em Paris, ainda que a Literatura tenha, desde muito cedo, sido a sua principal paixão.

La Fontaine casa aos 14 anos, por imposição do pai, e nunca foi feliz nessa relação, da qual nasce uma criança. Em 1652, assume o cargo do pai, que era inspetor de águas e florestas. Mais tarde, trabalha com o ministro das Finanças Nicolas Fouquet, um mecenas de vários artistas.

Entra definitivamente nas Artes, e escreve ‘Os Amores de Psique e Cupido’, obra reconhecida. Nesta altura da sua vida, tinha um relacionamento próximo com Molière, bem como das duquesas de Bouillon e de d'Orleans.

Somente em 1668 lança os trabalhos que o notabilizaram e que o tornaram célebre (mundialmente, no dias de hoje). O volume ‘Fábulas Escolhidas’ reunia 124 fábulas, num trabalho dedicado ao filho do rei de França, Luís XIV.

As fábulas de La Fontaine relatam histórias de animais, de forma única e apaixonante, sempre com um princípio moral – como a fábula da ‘Lebre e da Tartaruga’, por exemplo. Os animais comportam-se como seres humanos e representam os hábitos e vícios de sua classe.

A escrita, atrativa, cativa inúmeros leitores e o reconhecimento, catapultando o autor para a elite da escrita. La Fontaine torna-se, em 1683, membro da Academia Francesa.

Diversas edições as eternas fábulas de La Fontaine viriam a ser publicadas, ainda com o autor vivo, sendo que novas narrativas eram acrescentadas. A sua obra era enriquecida, o seu nome engrandecido. Foi considerado um “mago da poesia pura, através de linguagem cristalina e de ingenuidade inimitável”.

A doença trava a pena de La Fontaine, que se converte, então, ao catolicismo, em 1692. Viria a morrer em Paris, a 13 de abril de 1695, dois anos depois da derradeira publicação das suas fábulas, marcadas pela elegância, humor, sabedoria, simplicidade, doçura e malícia. Hoje recorda-se La Fontaine, no dia em que se trespassa a data do seu nascimento.

Na História do dia 8 de julho, assinala-se ainda o início da Primeira Cruzada, com 15 mil soldados cristãos a marchar à volta de Jerusalém, para conseguir ajuda divina na conquista da cidade.

Também neste dia, mas em 1497, Vasco da Gama coloca as velas ao vento, para a primeira viagem marítima da Europa à Índia.

Nasce a 8 de julho de 1889 um dos jornais de referência da atualidade: o Wall Street Journal, cuja primeira edição do diário norte-americano é lançada neste dia.

Em 1994, dois eventos se assinalam: o vaivém Columbia é lançado do Cabo Canaveral, nos EUA, no início de uma missão de duas semanas e Kim Il Sung, presidente da Coreia do Norte desde 1948, morre com 82 anos, vítima de ataque cardíaco, sendo substituído pelo filho, Kim Jong-Il.

Em Timor-Leste, no ano de 2006, José Ramos Horta torna-se primeiro-ministro, encerrando um período de tensões civis. E em 2011, o vaivém Atlantis faz o derradeiro voo, assinalando o fim deste tipo de missões da história da NASA.

Nasceram neste dia, além de Jean de La Fontaine, Ferdinand von Zeppelin, conde e inventor alemão (1838), John Davison Rockefeller, industrial e filantropo (1839), Manuel de Arriaga, primeiro presidente da República Portuguesa (1840), Arthur Evans, arqueólogo britânico (1851), Fritz Perls, psicólogo alemão (1893), Philip Johnson, arquiteto norte-americano (1906), Vitali Sevastyanov, ex-cosmonauta soviético (1935), e Joan Osborne, cantora e compositora norte-americana (1962).

Morreram neste dia o Papa Eugénio III (1153), Papa Gregório XV (1623), Christiaan Huygens, matemático e astrónomo holandês (1695), Amélia Rey Colaço, encenadora e atriz portuguesa (1990), e Henrique Mendes, apresentador de televisão português (2004).

Última atualização: Segunda-feira, 07 Julho 2014 20:52
 

7 de julho, morre Guerra Junqueiro, o poeta republicano

Joana Teles   
Domingo, 06 Julho 2014 23:00

guerra_junqueiro

Hoje é dia de recordar Guerra Junqueiro, o poeta de um talento inesgotável, nascido em Freixo de Espada à Cinta, formado em Coimbra, agraciado no Porto e que morre em Lisboa, a 7 de julho de 1923.

Guerra Junqueiro nasceu a 17 de setembro de 1850, em Freixo de Espada à Cinta. Era filho de um lavrador abastado e ficou órfão de mãe aos 3 anos. Começou por estudar em Bragança, até que em 1866 matricula-se no curso de Teologia da Universidade de Coimbra. Transfere-se para o curso de Direito, depois de perceber que a teologia não era a sua área, e conclui a formação em 1873.

Começou a trabalhar como funcionário público e foi também secretário-geral do Governador Civil dos distritos de Angra do Heroísmo e de Viana do Castelo. Em 1878, Guerra Junqueiro é eleito deputado, por Macedo de Cavaleiros.

A sua carreira literária começou em Coimbra, no jornal literário ‘A Folha’, onde estabelece relações de amizade com alguns dos melhores escritores e poetas do seu tempo – o grupo conhecido por Geração de 70.

Guerra Junqueiro desde muito cedo revelou um notável talento poético. Em 1868, já era visto como um dos grandes valores da nova geração de poetas portugueses, graças a obras como ‘O Aristarco Português’, ‘Vozes Sem Eco’, ou ‘Baptismo de Amor’, este último com preâmbulo de Camilo.

Os seus trabalhos foram amplamente reconhecidos, em diversas obras que foi assinando, como o poema ‘A Morte de D. João’, de 1874.

Já com residência em Lisboa colaborou em jornais políticos e artísticos, colaborando com Rafael Bordalo Pinheiro. As mais valiosas composições poéticas de Guerra Junqueiro estão reunidas no volume ‘A Musa em Férias, publicado em 1879.

O conflito em Inglaterra sobre o ‘mapa cor-de-rosa’, em 1890, suscitou grande interesse em Guerra Junqueiro, levando-o a escrever o opúsculo ‘Finis Patriae’ e a ‘Canção do Ódio’.

Mais tarde, publica o poema ‘Pátria’, trabalhos que ecoaram na Literatura, descredibilizando as monarquias.

Junqueiro visita a Academia Politécnica do Porto e instala-se nesta cidade. Em 1908 é candidato do Partido Republicano pelo Porto e dois anos mais tarde é nomeado Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário da República Portuguesa junto da Confederação Suíça, em Berna, cargo que ocupou até 1914.

Na cidade do Invicta, é alvo de uma grande homenagem, em 1911. Em 1920, lança ‘Prosas Dispersas’, a derradeira grande obra. Guerra Junqueiro morreria em Lisboa, a 7 de julho de 1923.

Neste dia, em 1456, Joana d'Arc é absolvida. Tarde de mais: a mártir já tinha sido executada. Em 1497, parte de Lisboa a expedição à Índia de Vasco da Gama. No dia 7 de julho de 1865, Mary Suratt é enforcada: foi a primeira mulher a ser executada nos EUA.

Também a 6 de julho, mas em 1947, nasce em Roswell um dos maiores mitos sobre a queda de um disco voador, naquela cidade norte-americana. Roswell mantém-se como um dos maiores mistérios sobre óvnis, transformando-se numa atracão turística.

Pelé estreou-se na seleção brasileira de futebol a 7 de julho de 1957. O astro brasileiro contava, então, 16 anos. Veste a camisola do ‘escrete’ e sela o feito da melhor forma: marcou um golo à Argentina, no estádio Maracanã.

Em 2005, a capital inglesa Londres sofre uma série de atentados terroristas, com explosões em um autocarro e no metro. Exatamente dois anos mais tarde, ocorre em diversas cidades, simultaneamente, o Live Earth.

Também nestes dia e ano, Lisboa elege as Sete Maravilhas do Mundo.

A 7 de julho de 2009, decorre o funeral de Michael Jackson, no ginásio Staples Center.

E em 2012, o ‘News of The World’, tablóide britânico, fecha as portas após o escândalo de escutas telefónicas a personalidades feitas por jornalistas.

Nasceram neste dia Giuseppe Piazzi, astrónomo italiano (1746), Joseph-Marie Jacquard, inventor francês (1752), Camillo Golgi, médico italiano, Nobel de Medicina (1843), Gustav Mahler, compositor austríaco (1860), Marc Chagall, pintor surrealista francês (1887), Pierre Cardin, designer de moda francês (1922), e Ringo Starr, músico inglês, baterista dos Beatles (1940).

Morreram a 7 de julho o Papa Bento XI (1304), Giacomo Vignola, arquiteto italiano (1573), Henri Nestlé, fundador da Nestlé (1890), Guerra Junqueiro, político, deputado, jornalista, escritor e poeta português (1923), Sir Arthur Conan Doyle, escritor britânico criador de Sherlock Holmes (1930), e Syd Barrett, fundador do Pink Floyd (2006).

Última atualização: Domingo, 06 Julho 2014 21:43
 

6 de julho, morre Louis Armstrong, a personificação do jazz

Joana Teles   
Sábado, 05 Julho 2014 23:00

louis_armstrongFoi cantor, compositor, escritor, ativista político, mas sobretudo um músico de jazz. Louis Armstrong depositou num trompete o seu talento e esqueceu as amarguras de um mundo nem sempre maravilhoso. Morre a 6 de julho de 1971.

Armstrong nasceu em Nova Orleães, a 4 de agosto de 1901. Além de cantor, tenor, compositor produtor musical e trompetista, aventurou-se noutras artes, como escritor, dramaturgo, artista plástico, ator e até maestro. A sua vida é também marcada pelo ativismo político e social – a pobreza na infância funcionou como um apelo para grandes causas.

Louis Armstrong nasceu cercado de dificuldades, num bairro onde não havia diferenças: todos eram pobres. Porém, nem todos foram abandonados pelo pai e entregues pela mãe aos cuidados de familiares. Armstrong conheceu esta realidade.

Porém, maior do que as suas desilusões era a paixão pela música, arte que encontrou na Fisk School for Boys, no início de uma relação eterna. Foi ardina e sapateiro ambulante: fez de tudo para retirar a mãe da prostituição, sem sucesso.

A sua juventude foi o pior momento da sua vida, mas também a sua musa inspiradora. Escreveu um dia: “Sempre que fecho os olhos e toco o meu trompete, olho no coração da boa e velha Nova Orleães... Ela deu-me a força para viver”.

Pediu dinheiro emprestado aos familiares para comprar o seu trompete. Formou uma banda de jazz e, por intermédio do seu professor Peter Davis, pôde aprender música. Desde os 13 anos, o som do seu trompete impressionou quem ouvia Armstrong, que encontrara o seu porto seguro: tocava durante o dia, trabalhava à noite numa fábrica de carvão.

A música de Armstrong começou a amadurecer e aos 20 anos já era capaz de ler partituras, desenvolvendo grandes e prolongados solos de trompete.

Em 1922, Louis Armstrong vai para Chicago e começa a despedir-se da pobreza, ainda que nunca tenha dito ‘adeus’ à sua velha Nova Orleães. O jazz tornara-se música ouvida em todos os clubes e Armstrong era uma estrela cintilante.

Viajou por quase todos os estados norte-americanos, até que em 1934 regressou a Nova Orleães, onde foi recebido como um herói. Depois o apogeu, o esquecimento: regressou à estrada e sai de cena, o que o levou a fugir para a Europa.

Após muitos anos na estrada, assenta bagagens em Queens, Nova Iorque, em 1943, com a sua quarta mulher. Apesar de ataques racistas (roubo de correio, pedras atiradas à sua casa) integrou-se com os negros e alguns brancos do seu bairro. Nas três décadas seguintes, integrou diversas bandas e participou em alguns filmes.

Em 1967, grava o tema eterno ‘What a Wonderful World’ – a melhor mensagem que poderia transmitir ao mundo. Armstrong trabalhou até os últimos dias e morreu em paz, a dormir, em Nova Iorque, a 6 de julho de 1971. O jazz perdeu a expressão máxima, mas foi personificado na alma de Louis Armstrong.

Seis de julho, dia da morte de Armstrong, tem diversos eventos gravados na pedra da História. Em 1560, neste dia, o Tratado de Edimburgo é assinado entre Escócia e Inglaterra. Já em 1785, o dólar é escolhido por unanimidade como moeda oficial dos EUA.

Exatamente um século depois, a 6 de julho de 1885, Louis Pasteur testa com sucesso a sua vacina contra a raiva, numa criança que fora mordida por um cão com raiva. E em 1919, o dirigível britânico R-34 aterra em Nova Iorque, completando a primeira travessia do Atlântico.

As empresas e negócios pertencentes a judeus que ainda operavam na Alemanha foram obrigados a fechar neste dia, em 1939: era o prenúncio do Holocausto. Também a 6 de julho, mas em 1942, Anne Frank, a sua família e os judeus passam a esconder-se dos nazis no anexo secreto no escritório do pai da menina, em Amesterdão.

Nas Artes, o primeiro encontro entre John Lennon e Paul McCartney, a 6 de julho de 1957, em Liverpool, está na génese dos Beatles.

E no Desporto, a 6 de julho de 2009, Cristiano Ronaldo é apresentado como novo reforço do Real Madrid, numa histórica cerimónia no Santiago Bernabéu: 80 mil adeptos assistem à chegada do atleta, número que bate todos os recordes. Ronaldo supera os 75 mil adeptos do Nápoles que assistiram à apresentação de Diego Maradona, em 1984.

Nasceram a 6 de julho Jacopo Melani, compositor italiano (1623), Nicolau I da Rússia, czar do Império Russo (1796), Alberto Nepomuceno, compositor brasileiro (1864), Eugen Rosenstock-Huessy, pensador alemão (1888), Morgan Sparks, físico e químico norte-americano (1916), Bill Haley, músico norte-americano (1925), Tenzin Gyatso, atual Dalai Lama e líder religioso do Budismo (1935), Jet Harris, músico inglês (1939), George W. Bush, ex-Presidente dos EUA, e Sylvester Stallone, ator, diretor, produtor e roteirista norte-americano (1946)

Morreram a 6 de julho Henrique II de Inglaterra (1189), Sir Thomas More, político e santo inglês (1535), Eduardo VI de Inglaterra (1557), Guy de Maupassant, escritor francês (1893), Maria Goretti, jovem mártir da Itália (1902), William Faulkner, escritor estado-unidense, Nobel da Literatura (1962), Louis Armstrong, músico norte-americano (1971), Claude Simon, escritor francês, Nobel da Literatura (2005), Robert McNamara, ex-secretário de Defesa dos EUA (2009), Matilde Rosa Araújo, escritora portuguesa (2010), e Maria José Nogueira Pinto, jurista e política portuguesa (2011).

Hoje, assinala-se o Dia Mundial Contra Passageiros Indesejáveis.

Última atualização: Domingo, 06 Julho 2014 11:46
 

5 de julho, nasce a ovelha Dolly, o primeiro mamífero clonado do mundo

Joana Teles   
Sexta-feira, 04 Julho 2014 23:00

ovelha_dollyA 5 de julho de 1996, nasceu a ovelha Dolly, na Escócia, fruto de um trabalho científico que resultou no primeiro mamífero clonado do mundo. Dolly viria a morrer a 14 de fevereiro de 2003.

Os investigadores Keith Campbell e Ian Wilmut criaram no Instituto Roslin, através do processo de clonagem, a ovelha Dolly, que nasce a 5 de julho de 1996, na Escócia, país onde viveu durante seis anos e oito meses.

Dolly foi clonada a partir das células da glândula mamária de uma ovelha adulta com cerca de seis anos, através de uma técnica conhecida como transferência somática de núcleo.

A mais célebre ovelha do mundo teve uma vida normal e deu à luz duas crias. Até que em 1999 foi divulgado um trabalho na revista Nature, segundo o qual Dolly poderia tender a desenvolver formas de envelhecimento precoce.

Esta questão suscitou uma acesa polémica na comunidade científica, relativamente à influência da clonagem nos processos de envelhecimento – tema que ainda na atualidade permanece obscuro.

E em 2002 foi anunciado que Dolly sofria de um tipo de artrite degenerativa, possivelmente resultante do envelhecimento precoce ao qual esta ovelha estaria ‘condenada’.

Dolly acabou por ser abatida em fevereiro de 2003, para não enfrentar uma morte dolorosa por infecção pulmonar incurável.

O seu corpo, embalsamado, está exposto no Royal Museum, em Edimburgo, na Escócia. Hoje, recorda-se o nascimento da ovelha filha da ciência.

E 5 de julho é dia de independências. Em 1811, dá-se a independência da Venezuela, que se torna no primeiro país da América do Sul a libertar-se de Espanha. Já em 1942, a Argélia torna-se independente. Também neste dia, em 1975, ocorre a Independência de Cabo Verde.

Nas Artes, um facto merece ser sublinhado, neste dia 5 de julho: em 1964, a soprano Maria Callas fez sua última apresentação, com a interpretação de ‘Tosca’, de Puccini.

Nasceram neste dia Francisco de Assis, frade católico italiano (1182), William Rankine, físico e engenheiro britânico (1820), Robert Merton, sociólogo norte-americano (1910), Georges Pompidou, político francês (1911), António de Macedo, cineasta português (1931), Edie Falco, atriz norte-americana (1963), e a Ovelha Dolly, o primeiro mamífero clonado (1996).

Morreram neste dia Francisco José Freire, historiador e filósofo português (1773), Nicéphore Niépce, inventor francês (1833), D. Maria Pia de Sabóia, rainha de Portugal (1911), e Edgar Cardoso, engenheiro de pontes português (2000).

Última atualização: Sexta-feira, 04 Julho 2014 20:01
 

4 de julho, é ratificada a Declaração da Independência dos EUA

Joana Teles   
Quinta-feira, 03 Julho 2014 23:00

eua_bandeiraNo dia 4 de julho de 1776, é ratificada e publicada a Declaração da Independência dos EUA, que liberta as colónias norte-americanas do poder inglês. Neste dia, recordam-se também nomes como Marie Curie, Albert Einstein, Alfredo Di Stéfano ou Ástor Piazzolla.

Hoje é dia de assinalar a Independência dos Estados Unidos da América, cuja declaração foi ratificada no Congresso Continental a 4 de julho de 1776.

Através daquele documento, as 13 colónias na América do Norte declararam sua independência do Reino Unido, por considerarem que os britânicos estavam a retirar dividendos injustos e abusivos, por via do seu domínio sobre a América do Norte.

Revoltadas com o poderio inglês – devido a cobrança de taxas, impostos para pagar prejuízos de guerras dos ingleses, para usufruir de produtos como o açúcar, entre outras medidas que prejudicavam os norte-americanos –, as 13 colónias avançam para a decisão de tornar o território independente. O processo culmina a 4 de julho, com a ratificação da Declaração da Independência.

Inúmeros eventos históricos colocam os EUA no centro da história mundial deste dia 4 de julho. Em 1848, coloca-se a pedra basilar da construção do Monumento a Washington e em 1863, também a 4 de julho, termina o Cerco de Vicksburg, decisivo na Guerra Civil Americana.

No dia 4 de julho de 1865, é publicado o livro ‘Alice no País das Maravilhas’ e em 1960 os EUA adotam a atual bandeira, que representa 50 estados.

No dia 4 de julho de 1997, chega ao fim a viagem da nave não tripulada ‘Mars Pathfinder’, que pousa na superfície de Marte e mostra as primeiras imagens do planeta vermelho, após percorrer 500 milhões de quilómetros.

Já em 2009, depois de oito anos fechada a visitas, em consequência dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, a Estátua da Liberdade reabre ao público.

Nasceram a 4 de julho George Everest, geógrafo galês (1790), Nathaniel Hawthorne, escritor norte-americano (1804), Giuseppe Garibaldi, patriota italiano, que lutou pela unificação de Itália (1807), Stephen Foster, compositor norte-americano (1826), e Calvin Coolidge, 30.° Presidente dos EUA (1872).

Nasceram também Alfredo Di Stéfano, ex-futebolista argentino (1926), Donald Lathrap, arqueólogo norte-americano (1927), René Arnoux, ex-piloto francês de Fórmula 1 (1948), e John Waite, cantor britânico (1952).

Morreram neste dia o Papa Bento V (966), Rainha Santa Isabel, mulher de D. Dinis (1336), Samuel Richardson, escritor inglês (1761), John Adams e Thomas Jefferson, segundo e terceiro Presidentes dos EUA (1826), e James Monroe, quinto Presidente dos EUA (1831).

Morreram ainda François-René de Chateaubriand, escritor francês (1848), Marie Curie, investigadora coautora do trabalho que levou à descoberta do Rádio e do Polónio (1934), Albert Einstein, Nobel de Física (1955), Ástor Piazzolla, compositor argentino (1992), Barry White, músico e compositor norte-americano (2003), e Henrique Viana, ator português (2007).

Hoje, além do Dia da Independência nos EUA, assinala-se o Dia Internacional do Cooperativismo, definido pela ONU.

Última atualização: Quinta-feira, 03 Julho 2014 20:58
 


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