Verão chega na sexta-feira com subida de temperatura e sol |
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António Henriques
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Terça-feira, 18 Junho 2013 13:27 |
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 As temperaturas vão subir a partir de sexta-feira, dia em que começa o verão. A primavera despede-se disfarçada de inverno, com aguaceiros nas regiões norte e centro.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê uma pequena subida da temperatura máxima, na região norte e no interior da região centro, durante esta terça-feira.
Amanhã, o céu apresentar-se-á muito nublado, sendo que no sul a nebulosidade diminui a partir do início da tarde. Ainda nesta quarta-feira, haverá aguaceiros no norte e no centro de Portugal Continental, com o vento a soprar fraco a moderado, eventualmente forte no litoral oeste, sobretudo nas terras altas.
Na sexta-feira, dia em que chega o verão, os termómetros vão subir de forma mais significativa, em todo o país, segundo previsão daquele instituto.
Nos últimos dias da primavera, numa análise do IPMA às condições de temperatura e de precipitação, verificaram-se condições para a queda de neve. |
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Última atualização: Terça-feira, 18 Junho 2013 13:44 |
Selo do carro: A “resposta possível” ao caos é a suspensão das notificações, adianta o sindicato |
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João Miguel Ribeiro
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Terça-feira, 18 Junho 2013 11:39 |
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As repartições das Finanças ‘entupiram’ depois da Autoridade Tributária ter enviado milhares de notificações para o pagamento do Imposto Único de Circulação de anos anteriores. O sindicalista Paulo Ralha admite que a suspensão do processo é “a resposta possível no imediato”.
Centenas de milhares de contribuintes foram notificados, nas últimas duas semanas, para pagar o Imposto Único de Circulação (IUC), antigamente conhecido como selo do carro, referente aos anos de 2009, 2010 e 2011. A resposta dos contribuintes gerou o caos nas repartições de Finanças, com a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) a suspender, ontem, o envio de mais de 2,2 milhões de notificações, previsto ocorrer durante os próximos dias.
A suspensão de todo o processo “a resposta possível no imediato”, no entender de Paulo Ralha, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos. Citado pela Lusa, o dirigente sindical disse não compreender como é que o Governo avançou para “uma ação desta envergadura sem conhecer a realidade dos serviços ao nível dos recursos humanos e de material”.
E que “realidade” é essa? “A Autoridade Tributária e Aduaneira está, neste momento, numa completa rutura de quadros de pessoal e está com um problema gravíssimo a nível de informático”, explicou Paulo Ralha, alertando para a necessidade de “reforçar o quadro de pessoal e o sistema informático”, uma vez que os funcionários trabalham com “computadores da pré-história”.
“Sem ovos não se fazem omeletes e não se conseguem fazer cobranças com esta envergadura com os meios que temos e no curto período de tempo em que eles querem resolver a situação”, reforçou o sindicalista.
Só ontem, segundo os dados do Ministério das Finanças, cerca de 61 mil contribuintes pagaram o IUC alegadamente em falta: a queixa mais ouvida nas repartições é de que os pagamentos foram feitos, só que poucos contribuintes guardaram o comprovativo. |
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Parlamento exige “responsabilidades” pelos “encargos excessivos com as PPP rodoviárias” |
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João Miguel Ribeiro
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Terça-feira, 18 Junho 2013 10:19 |
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O Parlamento acusa, no relatório a enviar ao Ministério Público, “os responsáveis políticos” que permitiram um “recurso excessivo às PPP”, assim como “a administração da Estradas de Portugal”, pelos encargos com um sistema de “decisão puramente política que se sobrepôs à eficiência económica”.
A comissão de inquérito parlamentar às Parcerias Público- Privadas (PPP) apresenta hoje, na Assembleia da República, as conclusões dos trabalhos realizados e ‘aponta o dedo’ a elementos dos Governos de José Sócrates e a antigos gestores da Estradas de Portugal (EP). “Os responsáveis políticos à época devem ser chamados a assumir as suas responsabilidades, assim como a administração da EP, através da acção das entidades competentes”, refere o documento, segundo o Diário Económico.
Os deputados da comissão não tiveram dúvidas de que houve um “recurso excessivo às PPP”, o qual “teve por base a necessidade de os agentes políticos realizarem obra sem se endividarem formalmente”. Dessa forma, quer os decisores políticos, quer os gestores das empresas públicas contornaram a essência do modelo de “reduzir custos para o Estado e melhor satisfazer as necessidades públicas”.
O relatório final, redigido por Sérgio Azevedo (PSD), salienta que “os encargos com as PPP rodoviárias são excessivos” e que a proliferação deste modelo de financiamento se deveu a “decisão puramente política que se sobrepôs em muitos casos, à eficiência económica e de satisfação da necessidade pública dos projetos”.
A “decisão política” cabia, à época, ao primeiro-ministro José Sócrates, aos ministros Teixeira dos Santos, Mário Lino e António Mendonça e aos secretários de Estado Costa Pina e Paulo Campos. Sobre a Estradas de Portugal, a comissão de inquérito acusa a administração da época de ser “conivente com a opção política vigente”, enquanto o regulador dos transportes é acusado, de acordo com o Público, de ter sido “incapaz de proceder à supervisão dos contratos em causa”.
“Um dos piores exemplos” dos “encargos excessivos com as PPP rodoviárias” é a Lusoponte, cujos acordos de reequilíbrio financeiro já custaram ao Estado quase 847 milhões de euros. O relatório da comissão de inquérito, com mais de 500 páginas, vai ser apresentado no Parlamento e enviado para o Ministério Público. |
Macário Correia suspende “de livre consciência” o mandato que perdeu por condenação judicial |
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João Miguel Ribeiro
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Segunda-feira, 17 Junho 2013 19:36 |
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Macário Correia anunciou hoje que vai “suspender provisoriamente as funções de presidente de câmara”, após o Supremo Tribunal Administrativo o ter condenado à perda de mandato. O ainda autarca de Faro interpôs novo recurso contra as “três decisões opostas entre si”.
Macário Correia, que perdeu o mandato de presidente da Câmara de Faro, vai suspender “provisoriamente as funções” na autarquia. O político foi condenado à perda do mandato pelo Supremo Tribunal Administrativo (STA), mas ainda está a decorrer o prazo para trânsito em julgado e, por entender que houve “três decisões opostas entre si” relativamente ao mesmo processo, interpôs um novo recurso.
“Até ao esclarecimento deste recurso, num gesto de boa e livre consciência, vou solicitar à próxima reunião ordinária da Câmara Municipal de Faro que me autorize a suspender provisoriamente as funções de presidente de câmara”, revelou Macário Correia, através de um comunicado.
A longa batalha judicial já motivou, segundo o autarca, “três decisões opostas entre si”, pelo que o mais recente recurso servirá para esclarecer um processo “muito amargo e injusto”, nas palavras do social-democrata: “estas sucessivas decisões contraditórias, deste anormal processo, já me destruíram bastante, na minha saúde, na de familiares e no prejuízo efetivo do desempenho das minhas funções públicas”.
Em causa está a condenação à perda do mandato por irregularidades em processos de licenciamento de obras particulares na serra de Tavira, quando Macário Correia era o presidente da Câmara tavirense. Condenado pelo STA, o político advoga que alguns dos sete casos enumerados no acórdão não se concretizaram porque os processos caducaram, não havendo licenciamento de obras efetivas.
“Face às referidas decisões contraditórias ocorridas no Supremo Tribunal Administrativo, entendo por isso ser meu dever suscitar, pela última vez, os meus legítimos direitos. Seria, nestas estranhas circunstâncias, incorreto não o fazer. Irei até ao fim, pela verdade e pela justiça”, refere o mesmo texto distribuído pelo autarca. |
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