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            Sociedade



            Dia de refletir sobre o cancro da mama, que mata uma mulher por minuto, em todo o mundo

            António Henriques   
            Quinta-feira, 30 Outubro 2014 11:12

            cancro-da-mama1

            A 30 de outubro, assinala-se o Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama, o tipo de cancro mais frequente e letal nas mulheres portuguesas. Hoje, salientam-se factos, para alertar para uma doença que mata uma mulher por minuto, em todo o mundo, e quatro portuguesas por dia.

            O Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama é assinalado hoje por diversas instituições nacionais, com o objetivo de alertar a população para uma doença que mata cada vez mais mulheres.

            Uma mulher informada é mais facilmente curada e avançar na deteção precoce do cancro da mama aumenta as probabilidades de cura.

            Apesar de os métodos de diagnóstico e tratamento avançarem, certo é que a primeira mensagem continua por passar.

            Em Portugal, quatro mulheres morrem por dia, vítimas de cancro de mama. Em todo o mundo, há 1,4 milhões novos casos detetados anualmente e 500 mil mulheres que morrem da doença.

            As probabilidades de desenvolver cancro da mama nas mulheres são 100 vezes maiores do que nos homens.

            O cancro da mama é o tipo de cancro mais frequente e letal nas portuguesas, sendo que mata no mundo uma por minuto, em todo o mundo.

            De acordo com um relatório sobre os últimos 30 anos, os casos de cancro da mama aumentaram. O ‘World Breast Cancer Report 2012’ comparou recentemente dados de 1980 com números atuais e regista um aumento de 640 mil casos (em 1980) para 1,5 milhões (em 2012).

            Este crescimento de 3,1 por cento é considerado impressionante, uma vez que existem mais ferramentas para combater a doença e, sobretudo, para a diagnosticar precocemente, sendo que o diagnóstico é o melhor trunfo para a cura.

            Alguns comportamentos de risco devem ser evitados. O consumo de álcool, em qualquer fase da vida, assume um papel fundamental no aumento das probabilidades de padecer desta doença. Não ter filhos ou ter o primeiro após os 35 anos também contribuem para o aumento do risco do cancro da mama.

            Outros sinais que devem ser tidos em conta são uma menopausa tardia, uma terapia hormonal de substituição, ou o excesso de peso na menopausa.

            O historial familiar de casos deste tipo de cancro também deve ser considerado pelas mulheres, sendo que o risco aumenta quando há casos de cancro de mama na família.

            O cancro da mama é silencioso, mas pode provocar alterações visíveis no corpo (mudança do volume e da forma, ou manchas na mama), permitindo que a mulher possa ter perante si um sinal de alerta, mesmo não tendo dor.

            Em caso de dúvida, aconselha-se uma consulta no médico, com a maior urgência possível.

            Última atualização: Quinta-feira, 30 Outubro 2014 11:33
             

            Vêm aí os russos: Até Portugal participa na caça aos aviões

            João Miguel Ribeiro   
            Quinta-feira, 30 Outubro 2014 10:01

            aguiar branco

            O que andam a fazer os russos? Dois bombardeiros foram detetados no espaço aéreo português, onde foram escoltados por caças da Força Aérea. A NATO revela ter conhecimento de “manobras aéreas incomuns”, em “grande escala”, nos mares Báltico, do Norte e Negro.

            A frase mais temida na era da ‘guerra fria’ tem sido proferida nos últimos dois dias: vêm aí os russos!

            Ontem, dois bombardeiros Tupolev-95 foram detetados a atravessar o oceano Atlântico, rumo a uma zona do espaço aéreo português.

            Alertada pela congénere britânica, a Força Aérea Portuguesa fez levantar de imediato os F-16 que estão “em prontidão na Base de Monte Real”, como esclareceu o ministro da Defesa, Aguiar-Branco.

            A NATO “detetou e controlou quatro grupos de aviões militares russos a realizarem manobras militares significativas no espaço aéreo europeu” nos últimos dois dias, avançava ontem a AFP.

            O grupo que mereceu mais atenção foi detetado a voar em formação rumo ao Atlântico. A Noruega foi o primeiro país a mobilizar meios para escoltar os quatro bombardeiros e quatros aviões de reabastecimento que compunham essa formação.

            Com essa aproximação, seis dos aviões alteraram as rotas, mas os dois bombardeiros Tupolev-95 mudaram o curso e entraram em espaço aéreo britânico.

            Os caças do Reino Unidos acompanharem as duas aeronaves até à ‘passagem de testemunho’ à Força Aérea Portuguesa.

            São “manobras aéreas incomuns” e em “grande escala” da aviação militar russa no espaço aéreo europeu, o que está a causar apreensão junto da NATO.

            Os aviões nunca apresentaram planos de voo, não estabeleceram contacto com as autoridades de aviação civil e nem sequer responderam a pedidos de comunicação, o que “representa um risco potencial para os voos civis”, segundo a NATO.

            Para além dos mares Báltico e do Norte, a Rússia também sobrevoou o mar Negro. Eram quatro aviões, incluindo dois bombardeiros, o que levou a Turquia a também mobilizar meios para escoltar o grupo russo.

            Na terça-feira, foram os caças alemães a levantar voo para escoltar sete aviões militares da Rússia sobre o mar Báltico.

            José Pedro Aguiar-Branco complementou que os aviões russos “não estavam a fazer a sua circulação nas condições necessárias em termos de tráfego aéreo internacional”, assegurando que a situação será “objeto de avaliação por parte da NATO”.

            Nas contas da organização, foram intercetados mais de 20 aviões russos no espaço internacional de oito países.

            Última atualização: Quinta-feira, 30 Outubro 2014 10:03
             

            “Parece-me um ato de censura”, diz autor de ensaio para revista suspensa

            João Miguel Ribeiro   
            Quarta, 29 Outubro 2014 16:37

            mural polemico

            A suspensão da revista Análise Social levou o autor do ensaio polémico a considerar ter sido vítima de “um ato de censura”. Ricardo Campos discorda da justificação apresentada pelo diretor do ICS, que mandou suspender a publicação devido à “linguagem ofensiva”.

            Quais os limites da linguagem num ensaio visual? Para o diretor do Instituto de Ciências Sociais (ICS), trabalhos com “linguagem ofensiva” não têm cabimento na revista Análise Social.

            Quem discorda deste argumento é Ricardo Campos, o autor do polémico ensaio visual que levou o ICS a suspender a publicação.

            “A mim parece-me um ato de censura”, afirmou Ricardo Campos, numa entrevista à TVI24 onde declarou a “surpresa e choque” com as explicações fornecidas pelo diretor da publicação, João de Pina Cabral, através de email.

            Em causa estão as imagens de grafitos em Lisboa onde constam palavras de ordem contra o Governo, a banca e alguns empresários.

            Quando a 212.ª edição da Análise Social estava a ser impressa, José Luís Cardoso mandou suspender os trabalhos porque o ensaio visual “A luta voltou ao muro” inclui “linguagem ofensiva”, segundo citou o autor.

            De acordo com o sociólogo Ricardo Campos, João de Pina Cabral terá ainda justificado a suspensão da revista com um trabalho considerado de “mau gosto e uma ofensa a instituições e pessoas que não podia tolerar”.

            O autor do ensaio discordou do alegado “mau gosto” na seleção das imagens: “Aquilo não é uma revista de decoração, é uma revista científica. Não me parece que o objeto de estudo em si sejam menos dignos dos cientistas sociais”.

            O autor insistiu ter sido vítima de censura, mesmo quando “passam 40 anos do 25 de Abril”. “Deve haver liberdade de autonomia para as pessoas em todas as matérias”, sublinhou.

            Com “mais de dez anos” de trabalho na área, o sociólogo destacou a importância do estudo do “uso do mural e da rua como espaço de intervenção e manifestação política”.

            “Não é um artigo, é um fotoensaio, que tem um texto de enquadramento e surge num contexto de investigação”, argumentou ainda o autor, para quem a suspensão da revista “é uma falta de respeito perante um colega da academia e não parece digno de uma revista como a Análise Social”.

            “Não são apresentados critérios científicos e académicos para a suspensão deste trabalho”, fundamentou.

            “O que se está a passar é um sintoma de outros sintomas. Aquilo que melindrou foi o facto de algumas palavras de ordem se referirem ao poder político”, concluiu Ricardo Campos, para quem este caso é “claramente é um ato de censura”.

            “Não sei se pode ser ofensivo”, insistiu ainda: “São imagens que tratam uma manifestação política singular que tem a ver com situações que ocorrem no nosso passado mais recente. Fico chocado que um Instituto de Ciências Sociais de renome considere que estes tipos de objetos sejam considerados atentatórios do bom nome das pessoas” visadas nos grafitos.

             

            Este casal discute através do Photoshop

            João Miguel Ribeiro   
            Quarta, 29 Outubro 2014 15:11

            casal 210A crise é um dos principais motivos que levam os casais a discutir. No caso de Sarah e Thad, não há gritos nem choros. Quando um deles quer discutir, senta-se ao computador e usa o Photoshop.

            O relacionamento de um casal é uma montanha russa de emoções. No caso de Sarah e Thad Lawrence, dois norte-americanos que vivem na Carolina do Norte, é também um programa de computador.

            Depois de um projeto do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra ter demonstrado que mais de 35 por cento dos casais com filhos vivem em permanente conflito desde que a crise social e financeira chegou a Portugal, a imaginação deste casal norte-americano pode servir para solucionar muitos problemas.

            casal 02

            Quando Sarah ou Ted querem discutir, não abrem a boca. Abrem o Photoshop…

            Ambos donos de um estúdio de fotografia, os dois elementos do casal utilizam o conhecido programa de edição de imagem para expressarem o que lhes vai na alma.

            casal 03

            Assim, em vez de Sarah discutir com Ted por este não aspirar a sala, edita uma foto em que ela própria aspira o marido!

            Com muita criatividade, os dois fotógrafos mostram que um problema conjugal pode, muitas vezes, ser resolvido facilmente com humor e boa disposição.

            casal 01

            Última atualização: Quarta, 29 Outubro 2014 15:16
             

            Morre rapaz em rixa no Cacém, suspeito presente hoje a juiz

            António Henriques   
            Quarta, 29 Outubro 2014 12:21

            ambulancia

            Um jovem de 19 anos morreu ontem no Cacém, em Sintra, durante uma rixa, que provocou ainda dois feridos, um dos quais em estado grave. O Comando Metropolitano da PSP de Lisboa informa que o rapaz morreu perto do local. Segundo a Lusa, que cita fonte da Polícia Judiciária, o suspeito da morte do rapaz será presente hoje a juiz. A PJ está a investigar o caso e já identificou o alegado autor do crime.

            Um rapaz com 19 anos de idade perdeu a vida nesta terça-feira, em resultado de uma rixa, no Cacém, que envolveu quatro pessoas.

            Segundo informa o Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, o jovem foi fatalmente atingido por uma arma branca.

            Terá pedido assistência num café perto da zona da agressão, mas estava já muito debilitado.

            Além do morto, há ainda dois feridos confirmados, um dos quais em estado considerado grave.

            Tem 17 anos de idade e foi transportado de urgência para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, com ferimentos na zona do tórax, também provocados por arma branca.

            O outro ferido apresentou-se no Hospital Amadora-Sintra, com um golpe na cabeça, sendo que entretanto já recebeu alta médica.

            Esta rixa terá sido motivada por ciúmes de uma mulher, que se terá envolvido no episódio fatal para uma pessoa.

            Segundo adianta a Lusa, que cita fonte da Polícia Judiciária, o suspeito da morte do rapaz será presente hoje a juiz. A PJ está a investigar o caso e já identificou o alegado autor do crime.

            Uma discussão entre ex-namorados terá estado na origem da discussão, de que resultou um morto e dois feridos, um dos quais com gravidade, informou fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Sintra.

            Última atualização: Quarta, 29 Outubro 2014 12:20
             


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            Joaquim Jorge
            Biólogo, fundador do Clube dos Pensadores
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