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              Sociedade



              Ria Formosa inunda o Parlamento: Centenas protestam contra as demolições

              João Miguel Ribeiro   
              Sexta-feira, 06 Março 2015 14:48

              ria formosa

              As demolições na Ria Formosa levaram cerca de 200 centenas de moradores da ilha da Culatra, em Faro, a protestar em Lisboa. Em frente à Assembleia da República, os populares exigiram o fim das obras previstas no programa Polis. No interior, o Parlamento votou a rejeição da suspensão das demolições.

              Somos todos ilhéus. O mote viral após os incidentes no jornal Charlie Hebdo foi adaptado pelos moradores da ilha da Culatra, no concelho de Faro, que na manhã de hoje se deslocaram até Lisboa para protestarem, em frente ao Parlamento, contra as demolições na Ria Formosa, no âmbito do programa Polis.

              Utilizando tshirts com o lema “Je suis ilhéu”, cerca de 200 pessoas exigiram o fim das obras, exibindo cartazes com palavras de ordem como “47 milhões para destruir as nossas casas”, “não vou permitir que destruam o que os meus pais construíram” e “as casas foram construídas durante o dia e com o conhecimento das autoridades”.

              Embora os manifestantes gritassem que “a luta continua, Polis para a rua”, no interior da Assembleia da República os deputados da maioria PSD/CDS votavam contra essa luta.

              Os três projetos da oposição (PS, PCP e BE) para a “suspensão imediata” das demolições de edifícios na Ria Formosa, sobretudo em Faro e em Olhão, foram rejeitados por PSD e CDS-PP.

              Recorde-se que, quando o Ministério do Ambiente criou o processo de renaturalização da Ria Formosa, ficou prevista a demolição de pelo menos 800 construções nos núcleos urbanos das ilhas-barreira.

              O programa teve início em dezembro do ano passado, no ilhote dos Ramalhetes e no ilhote de Cobra, tendo duração prevista até ao verão, segundo o calendário anunciado inicialmente pela sociedade Polis.

              Na ilha da Culatra, segundo os dados no site da Câmara de Faro, vivem cerca de 750 pessoas, que só acedem ao continente através de barco.

               

              Pai morto e avó inconsciente ‘deixam’ menino de 7 anos sozinho por dois dias

              João Miguel Ribeiro   
              Sexta-feira, 06 Março 2015 11:58

              home alone

              Uma criança de 7 anos foi descoberta com fome e sede sozinha numa casa em Ceira, em Coimbra. João Rendo, que se sentira mal, pedira ao filho para chamar a avó, que caiu e ficou inconsciente. O pai acabou por falecer e o menino passou dois dias sozinho em casa.

              A vila de Ceira, em Coimbra, está em choque com a dupla descoberta de hoje: João Rendo, um habitante de 52 anos, foi encontrado morto em casa e tem…um filho já com 7 anos de idade.

              Ninguém na localidade sabia da existência da criança, identificada apelas pelo nome de João, que passou dois dias sozinha em casa, sem comer e sem beber, após o pai ter falecido.

              A criança só foi resgatada porque Maria Rosa, a mãe da vítima mortal, vivia na mesma habitação, no andar de cima, e frequentava um centro de dia.

              Quando a idosa não compareceu no centro de dia, a GNR deslocou-se à residência, encontrando João com fome e com sede: estaria sozinho em casa há dois dias.

              De acordo com o relato do menino, João Rendo sentiu-se mal durante e a noite e pediu-lhe para chamar a avó. Só que Maria Rosa, quando descia, terá caído e perdido os sentidos, deixando a criança sem a vigilância de qualquer adulto.

              A idosa foi transportada para o Hospital de Coimbra, onde continua internada, encontrando-se em condição estável.

              O menino foi entregue à guarda da instituição onde vive, em Lisboa. Embora tivesse o hábito de passar os fins de semana com o pai e com a avó, na vila de Ceira não se sabia que João Rendo tinha um filho.

              Última atualização: Sexta-feira, 06 Março 2015 11:59
               

              A mulher portuguesa está cada vez mais ativa no e-commerce

              António Henriques   
              Quinta-feira, 05 Março 2015 16:02

              computador

              A mulher portuguesa está mais tecnológica, representando mais de 30 por cento do total dos e-consumidores. As pesquisas efetuadas pelo público feminino nos primeiros meses do ano cresceram de forma muito significativa.

              Elas estão mais ocupadas, têm menos tempo e estão hiperconetadas à Internet. Utilizam mais dispositivos móveis para efetuarem compras, evitando desta forma desperdícios de tempo e deslocações.

              As mulheres estão mais ativas e seletivas no seu dia a dia. Pesquisam tecnologia, comparam preços, conciliam atividades sociais com profissionais e todavia mostram conseguir adquirir novos estatutos sem perder os antigos.

              Segundo o comparador de preços KuantoKusta, as pesquisas efetuadas pelo público feminino nos primeiros meses deste ano, através de smartphones e tablet, cresceram 359 por cento e 454 por cento, respetivamente, e em comparação com igual período do ano passado.

              No entanto, as mulheres ainda ficam atrás dos homens em termos de número de utilizadores (apenas 32,55 por cento). Mas as discrepâncias não ficam por aqui.

              Elas, por exemplo, são mais decididas do que os homens quando realizam compras online: três minutos e 13 segundos é o tempo médio por sessão.

              As suas vidas atarefadas fazem com que saibam aquilo que querem, sendo que vão diretamente ao produto desejado.

              Contudo, navegam, pesquisam e informam-se bastante antes da decisão de compra. Analisam preços, comparam produtos, a sua disponibilidade e só depois é que compram.

              Vanessa Arlandis, do departamento de comunicação e marketing do KuantoKusta, revela que há “um notável crescimento de pesquisas por parte das mulheres, se somarmos o tempo dispendido em pesquisas por parte delas, no mês de janeiro do ano corrente, atingiríamos o equivalente a 179 anos”.

              O seu horário preferido para comprar através da internet é à noite, no conforto do seu lar, entre as sete e as onze, atingindo o pico às nove da noite.

              Esse mesmo estudo revela que os consumidores do género feminino privilegiam o seu tempo de navegação em categorias como electrodomésticos, telemóveis ou puericultura.

              A mesma fonte menciona ainda que “existe uma maior frequência de compras online por parte das mulheres portuguesas desde que têm filhos”.

              “Detetámos que produtos como carrinhos de bebés ou cadeiras auto são dos mais pesquisados por parte das nossas utilizadoras”, diz.

              Graças à Internet, as mulheres desenvolveram técnicas para conseguirem comprar com qualidade sem prejudicar o orçamento familiar.

              A mulher aposta na qualidade e prefere artigos e marcas com este requisito. Com um orçamento limitado recorrem à Internet para “encontrarem um produto de qualidade a um bom preço, duma forma rápida e eficaz o que lhes permite gerir melhor o seu tempo para outras tarefas”, conclui.

               

              Clube dos Pensadores recebe Miguel Cadilhe no nono aniversário

              António Henriques   
              Quinta-feira, 05 Março 2015 12:27

              miguel cadilhejoaquim jorge 600Economista e antigo ministro Miguel Cadilhe é o próximo convidado do Clube dos Pensadores. O debate está marcado para 16 de março (21h30), no Hotel Holiday Inn, em Vila Nova de Gaia. Às 21h00, serão recordados alguns momentos da vida do clube, com uma projeção de fotografias.

              Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores, convidou Miguel Cadilhe para mais um debate deste movimento cívico, que cumpre o nono aniversário.

              A conversa está marcada para 16 de março, segunda-feira, às 21h30, no Hotel Holiday Inn, na cidade de Gaia. Antes do debate, às 21h00, serão projetadas algumas fotografias dos momentos mais marcantes, ao longo destes nove anos.

              Miguel Cadilhe é um reputado economista e professor universitário que não está na vida política ativa, mas foi ministro das Finanças do governo de Cavaco Silva e secretário de Estado do Planeamento do executivo de Sá Carneiro. Esteve no Conselho de Administração de vários bancos, chegando a presidir o BFE e o BPN por escassos meses.

              O debate não deixará de abordar o atual momento político: a saúde da economia e finanças portuguesas. A dívida pública finalizou o ano de 2014 em 128,7 por cento do PIB, acima das previsões feitas pelo Governo, segundo o Banco de Portugal.

              É uma descida face aos 131,4 por cento registados no final do terceiro trimestre de 2014, mas significa uma subida em relação ao final de 2013.

              Por outro lado, a Comissão Europeia incluiu Portugal, no grupo de países onde estão França, Itália, Croácia, Bulgária que se encontram sob vigilância devido a desequilíbrios macroeconómicos excessivos.

              Estes são os temas dominantes desta conversa com Miguel Cadilhe, mais um convidado especial, dos inúmeros que passaram pelo Clube dos Pensadores e deixaram marca.

              O clube nasceu em março de 2006, “contra o desinteresse por parte dos cidadãos e desconfiança nas instituições”, assinala Joaquim Jorge.

              “Os cidadãos acreditam cada vez menos nos políticos, sendo prova disso a fraca participação nos atos eleitorais”, destaca o fundador do Clube dos Pensadores, “um espaço de ativismo e uma nova forma de participação cívica, procurando aproximar os eleitos dos eleitores”.

              “É uma forma de democracia participativa, que serve de complemento aos partidos, não os querendo substituir, todavia a democracia não se esgota no voto”, sublinha ainda Joaquim Jorge.

              Os partidos “têm cada vez mais dificuldade em chegar às pessoas”, o que leva a que estas tenham “dificuldade em fazerem ouvir a sua voz”.

              “No Clube dos Pensadores, estamos a tentar inventar novas formas de fazer as coisas, contra uma presença humana vazia, resultado de um processo de expectativas defraudadas, de frustrações acumuladas. Procuramos denunciar e que se tome consciência”, assinala.

              Ao longo destes nove anos passaram pelo clube figuras ligadas essencialmente à política: Marcelo Rebelo de Sousa, Paula Teixeira da Cruz, Pedro Passos Coelho, Jerónimo de Sousa, Paulo Portas, Ana Drago, Maria de Belém, Francisco Louçã, Garcia Pereira, Manuel Alegre, António José Seguro, Pedro Santana Lopes, Jorge Miranda, Teixeira dos Santos, Rui Rio, entre outros.

              Mas também ao mundo empresarial (Belmiro de Azevedo, Alexandre Soares dos Santos), aos sindicatos (Arménio Carlos, Mário Nogueira;), à ciência (Sobrinho Simões), ao desporto (Vítor Baía) e à arte (Pedro Abrunhosa), entre outros.

               

              Mortes no Meco: “Maléfico” João Gouveia com novo arquivamento

              João Miguel Ribeiro   
              Quinta-feira, 05 Março 2015 10:23

              meco

              Terminou arquivada a ‘segunda vaga’ do processo das seis mortes na Praia do Meco em 2013. O juiz de Setúbal não encontrou motivos para levar João Gouveia a julgamento. Não ficou provado que o único arguido tenha um comportamento “maléfico ou tirânico”. Mas vai haver novo recurso.

              Depois do arquivamento no primeiro processo de instrução, o arquivamento no segundo. O processo do Meco, referente à morte de seis jovens estudantes da Universidade Lusófona a 15 de dezembro de 2013, terminou sem que o juiz de instrução de Setúbal tenha encontrado indícios para levar o único arguido, João Gouveia, a julgamento.

              Nelson Escórcio, o juiz de Setúbal, justificou que não foi provado que o antigo ‘dux’ da Lusófona tenha “sujeitado, pelo menos conscientemente, os colegas falecidos a um perigo que não pudessem eles próprios avaliar e evitar”, nem o eventual abandono, deixando os seis jovens “já no mar à sua sorte”.

              Ainda segundo o juiz de instrução, as seis vítimas mortais “gostavam da praxe”, pelo que decidiram de livre vontade passar o fim-de-semana em Aiana de Cima, “porque quiseram”. “Fizeram flexões e periquitos, mas ninguém foi para lá forçado. Houve algum problema que fizesse algum ir embora? Não”, reforçou o juiz, comentando as “tontices” de alguns atos próprios da juventude.

              Nessa noite, foram arrastados por uma onda e só João Gouveia sobreviveu, mas não se pode deduzir disso um comportamento “maléfico ou tirânico”, continuou Nelson Escórcio: “Que razões há para não acreditar no arguido?”

              Aos pais dos seis jovens mortos, o magistrado deixou um conselho: que façam “o enquadramento das coisas” de acordo com o único testemunho existente, o de João Gouveia. E, tal como fizera o Ministério Público (MP), o Tribunal de Setúbal entendeu que não havia crime e mandou arquivar o processo.

              E, como aconteceu com a decisão do MP, os familiares das seis vítimas mortais vão recorrer, agora levando o processo para o Tribunal da Relação de Évora.

              “Vamos continuar até onde fizer falta e o próximo passo é já o recurso para o Tribunal da Relação. Isto não vai parar”, garantiu Fernanda Cristóvão, munida de um comunicado que os pais das vítimas já tinham pronto antes do início da audiência.

              O despacho de não pronúncia “não surpreendeu” as famílias, que insistem em apontar “indícios de crime mais do que suficientes para levar este processo a julgamento”, apesar “das tentativas que foram feitas para os ocultar”.

              “Em sede de inquérito, os pais destes jovens foram tratados pelas autoridades com total desrespeito e desconsideração, apenas porque exigiram respostas claras sobre o que aconteceu na fatídica madrugada”, leu ainda Fernanda Cristóvão.

              Para João Eduardo Gouveia, a decisão do Tribunal de Setúbal foi justa. O pai do único arguido espera que agora “a paz seja reposta e que o meu filho possa prosseguir com a sua vida”.

              “Já chega, isto foi demais”, concluiu.

               


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              Joaquim Jorge
              Biólogo, fundador do Clube dos Pensadores
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