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            Sociedade



            A chave do Euromilhões já ditou a lei do mais rico

            António Henriques   
            Terça-feira, 30 Setembro 2014 20:33

            euromilhoes chave

            Já é conhecida a chave do Euromilhões desta terça-feira, que tem em jogo um jackpot de 32 milhões de euros (concurso 78 de 2014, dia 30 de setembro). Veja qual é a combinação de acesso à fortuna.

            No sorteio do Euromilhões desta terça-feira, há um primeiro prémio de 32 milhões de euros a concurso, segundo informou o Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, depois de um apostador ter acertado na combinação vencedora, na passada sexta-feira.

            Há poucos minutos, foi sorteada a chave do Euromilhões para o concurso 078/2014, composta pelos números 03, 13, 15, 33 e 42, acompanhados pelas estrelas 05 e 07.

            Se acertou nesta combinação, acaba de ganhar um primeiro prémio de 32 milhões de euros – aos quais deve ser descontado o imposto de selo, de 20 por cento, de acordo com a lei, no caso de ter registado o boletim em Portugal.

            Sorteio 078/2014, terça-feira, dia 30/09/2014.
            Números: 03, 13, 15, 33 e 42.
            Estrelas: 05 e 07.

            No sorteio do Euromilhões da passada sexta-feira, nenhum apostador conseguiu acertar na combinação de acesso ao principal prémio a concurso.

            No entanto, seis jogadores – todos eles com aposta registada fora de Portugal – tiveram direito ao segundo prémio, recebendo, cada um, 269 mil euros.

            Relativamente ao terceiro prémio, há cinco apostadores contemplados, sendo que nenhum deles é português. Para cada um deles, um prémio de 107 mil euros.

            É necessário chegar ao quarto prémio do Euromilhões para encontrar portugueses com fortuna: houve 51 apostadores premiados, com 5278 euros a serem entregues a cada um deles.

            Em Portugal, todos os prémios superiores a 5000 euros estão sujeitos a tributação, de imposto de selo, que obriga os apostadores a entregar 20 por cento ao Estado.

             

            Crato garante a professores lesados pelos concursos entrada nos quadros

            António Henriques   
            Terça-feira, 30 Setembro 2014 11:46

            nuno crato 1De acordo com o Diário de Notícias, o Ministério da Educação garantirá aos professores que foram lesados pelos erros de concurso a entrada nos quadros, de acordo com a lei. Em causa estavam receios de que alguns docentes pudessem ser prejudicados pelos erros nas Bolsas de Contratação de Escolas. Nuno Crato, ministro da tutela, está sensível a esta matéria.

            Cerca de 400 professores correriam o risco de ficar lesados pelos erros nos concursos do atual ano letivo e não integraram os quadros, o que a lei prevê, após cinco anos de contrato com horários completos.

            Esses lapsos assumidos pelo Ministério da Educação, e pelo ministro Nuno Crato, no Parlamento, não vão colocar em causa a entrada nos quadros destes docentes, garante o Diário de Notícias.

            Recorde-se que, de acordo com a legislação, os professores que cumpram cinco anos de forma consecutiva com horários completos entram imediatamente nos quadros.

            No entanto, os erros nas Bolsas de Contratação de Escolas ameaçavam alguns docentes, que poderiam perder este direito.

            Neste ano letivo, outros 415 professores garantiram um lugar nos quadros. O ministério de Nuno Crato apenas abriu 2700 vagas, sendo que, desde o ano de 2011, cerca de 22 mil docentes deixaram de fazer parte da lista de efetivos.

             

            Portugal ‘gasta’ os recursos de 2,6 planetas, alerta a WWF

            João Miguel Ribeiro   
            Terça-feira, 30 Setembro 2014 10:29

            pegada ecologica

            A pegada ecológica de Portugal é uma das mais elevadas do mundo, critica a WWF. “Aos níveis atuais de consumo, precisaríamos de 2,6 planetas para vivermos”, avança Ângela Morgado. A tendência é geral à União Europeia e os combustíveis fósseis são os principais agentes.

            O relatório Planeta Vivo 2014, elaborado pela organização internacional de defesa do ambiente WWF, assenta como um pontapé no estômago: entre 151 países, Portugal é o 27.º na avaliação da pegada ecológica, a medida da pressão humana sobre a natureza.

            Os gastos dos portugueses são tão elevados que, para os manter, seriam precisos os recursos naturais equivalentes a 2,6 planetas semelhantes à Terra, tanto mais que o país apresenta uma reduzida biocapacidade (possibilidade de repor os recursos).

            “Aos níveis atuais de consumo, precisaríamos de 2,6 planetas para vivermos, o que é completamente insustentável”, avisou a coordenadora do programa da WWF em Portugal, Ângela Morgado, em declarações à Lusa.

            A tendência nacional é “seguida em toda a Europa”, segundo a mesma responsável. Portugal tem uma pegada ecológica idêntica à média da União Europeia (4,6), com a Bélgica a ser o membro comunitário que maior pressão exerce sobre a natureza.

            “A principal componente dessa pegada, o que torna essa pegada elevada, é o consumo de combustíveis fósseis, é o carbono, [que] chega a representar 50% da pegada e, em Portugal representa 41 por cento, com um ligeiro decréscimo”, acrescentou Ângela Morgado, realçando que esse decréscimo tenha sido motivado pela crise económica.

            A WWF aponta ainda, no caso português, a pesca (responsável por 22 por cento da nossa pegada ecológica), a agricultura e as pastagens. Estes três fatores registaram “um ligeiro aumento”.

            “São necessárias mudanças” no comportamento dos indivíduos e das empresas para corrigir este grave desequilíbrio, realça a WWF, sob o risco da Terra se esgotar muito mais rápido do que o previsto.

            Como os combustíveis fósseis são os principais agentes na pegada ecológica nacional, Ângela Morgado sustenta a necessidade das “mudanças” começarem pela mobilidade, seguida pela alimentação.

            “Temos de perceber qual a origem” dos produtos “para tentarmos reduzir ao máximo o componente do carbono”, explicou.

            “A pegada ecológica de Portugal é elevada. A insustentabilidade do nosso estilo de vida tem levado à perda da biodiversidade, tanto em casa como no exterior”, frisou a responsável, ao apresentar as conclusões do relatório.

            Segundo Ângela Morgado, “as nossas opções de consumo prejudicam os sistemas naturais dos quais dependemos para os alimentos que consumimos, o ar que respiramos e o clima ameno que precisamos”.

             

            Há mais universitários a acreditar nos partidos do que na Igreja Católica

            António Henriques   
            Segunda-feira, 29 Setembro 2014 18:21

            universidade porto 1

            Até 2020, cerca de metade dos estudantes universitários em Portugal (46 por cento) deve emigrar, segundo um estudo da consultora Imago-Llorente & Cuenca, em parceria com a Universidade Católica. A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira pela agência Lusa, resulta de um inquérito a 1100 estudantes do ensino público e do privado. E mostra que há mais universitários a acreditar nos partidos políticos do que na Igreja Católica.

            Cerca de metade dos estudantes universitários portugueses (46 por cento) acredita que a emigração é a solução, depois de terminar o curso, e que Portugal não será o local de trabalho.

            De acordo com a pesquisa -Geração 2020 - O futuro de Portugal aos Olhos dos universitários –, realizado pela consultora Imago-Llorente & Cuenca, em parceria com a Universidade Católica, a expressão “emigração” está no vocabulário de cerca de metade dos estudantes do ensino superior.

            Por outro lado, há outra palavra que se destaca neste estudo: “esperança”, que integra o léxico de 52 por cento dos alunos universitários, segundo a pesquisa, que resulta de um inquérito a 1100 estudantes do ensino público e do privado, com idades entre os 18 e os 30 anos.

            Entre as expressões negativas que os estudantes partilham mais, destacam-se “desemprego” e pobreza, mas também “revolução”, assim como “esperança” e “solidariedade”, todas elas comuns a mais de 30 por cento dos alunos do ensino superior.

            “A autoconfiança parece ser um traço caraterístico destes jovens que em 2020 começarão a ter um papel relevante no rumo do nosso país”, destaca o documento, citado pela agência Lusa.

            De acordo com o estudo, 64 por cento dos universitários “acredita que serão eles os principais impulsionadores da mudança, apenas atrás das universidades, que lideram o ranking das instituições com maior potencial para fazer de Portugal um país melhor, com 81 por cento”.

            No extremo oposto das entidades em que os universitários acreditam estão os partidos políticos (13 por cento) e a Igreja Católica (sete por cento). De sublinhar que há mais estudantes a acreditar nos partidos do que na Igreja.

            Última atualização: Segunda-feira, 29 Setembro 2014 18:36
             

            Fotos: Seria capaz de comer pregos? Ou um sofá?

            João Miguel Ribeiro   
            Segunda-feira, 29 Setembro 2014 12:02

            chocolate 210As provas de confeitaria com o chocolate como tema são cada vez mais. A originalidade não tem limites e há quem fabrique pregos e ferramentas deliciosos, assim como quem construa um sofá de 250 quilos. Tudo comestível, claro…

            chocolate 01

            O chocolate chegou à Europa no início do século XIX e desde então tem ganho protagonismo ao nível da confeitaria.

            Os grandes mestres chocolateiros foram deixando um legado que as novas gerações não hesitam em expandir.

            Com o final do século passado, vários fabricantes começaram a promover concursos para distinguir os melhores ‘artesãos’ desta matéria-prima deliciosa.

            chocolate 02

            O crescimento da imprensa especializada em gastronomia e o posterior advento dos canais televisivos temáticos reforçaram a importância do chocolate enquanto produto e de quem o trabalha a nível profissional.

            A criatividade e a originalidade não têm limites, como demonstra este sofá de 250 quilos feito unicamente de chocolate.

            chocolate sofa

            Última atualização: Segunda-feira, 29 Setembro 2014 12:10
             


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            Joaquim Jorge
            Biólogo, fundador do Clube dos Pensadores
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