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              Sociedade



              Os dois sortudos do Euromilhões: 15 milhões repartidos fora de portas

              António Henriques   
              Sábado, 31 Janeiro 2015 14:47

              euromilhoes sorteio1

              Dois apostadores do Euromilhões dividem os 15 milhões que estavam em jogo nesta sexta-feira, informa a Santa Casa, através do Departamento de Jogos. Para Portugal, o há dois segundos prémios, cada um no valor de 258 mil euros, sujeitos a tributação. Consulte a chave sorteada.

              Há dois apostadores do Euromilhões que acertaram nos cinco número e nas duas estrelas que compõem a chave do concurso desta sexta-feira, pelo que dividem o primeiro prémio, de 15 milhões de euros, informa o Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

              Relativamente ao segundo prémio, tem oito apostadores contemplados, sendo que dois deles registaram o boletim em Portugal.

              O valor bruto deste prémio é de 258 mil euros para cada um, sendo que os dois portugueses estão sujeitos ao pagamento de 20 por cento de imposto de selo.

              Ainda de acordo com o Departamento de Jogos, há 18 apostadores do Euromilhões que têm direito ao terceiro prémio, com 32 mil euros de valor individual.

              Há dois portugueses entre este grupo e também aqui se aplicam as regras fiscais

              Por último, o quarto prémio, que será repartido por 126 apostadores (16 portugueses e 110 estrangeiros). São dois mil euros de prémio para cada um.

              O Euromilhões tinha em jogo, nesta sexta-feira, um primeiro prémio de 15 milhões, depois de um apostador ter acertado na combinação vencedora, na passada terça-feira.

              O sorteio, realizado ontem, determinou uma chave composta pelos números 09, 13, 15, 19 e 24, acompanhados pelas estrelas 03 e 08.

              As chaves do Euromilhões publicadas pelo PT Jornal são reproduzidas de canais oficiais, imediatamente após o sorteio.

              Esta informação, porém, não dispensa a consulta dessas mesmas plataformas, para confirmação da chave e eventuais prémios.

               

              A chave do Euromilhões, com 15 milhões como primeiro prémio

              António Henriques   
              Sexta-feira, 30 Janeiro 2015 20:47

              euromilhoes4

              Veja a chave do Euromilhões, com 15 milhões de euros em jogo. Confira a sua aposta, relativa ao dia 30 de janeiro (concurso 09/15).

              O Euromilhões tem em jogo, nesta sexta-feira, um primeiro prémio de 15 milhões, depois de um apostador ter acertado na combinação vencedora, na terça-feira.

              O sorteio, realizado há minutos, determinou uma chave composta pelos números 09, 13, 15, 19 e 24, acompanhados pelas estrelas 03 e 08.

              Sorteio 009/2015, sexta-feira, dia 30/01/2015. Números: 09, 13, 15, 19 e 24. Estrelas: 03 e 08.

              As chaves do Euromilhões publicadas pelo PT Jornal são reproduzidas de canais oficiais, imediatamente após o sorteio.

              Esta informação, porém, não dispensa a consulta dessas mesmas plataformas, para confirmação da chave e eventuais prémios.

              O jackpot do Euromilhões que estava ontem na passada terça-feira foi entregue a um apostador com boletim registado na Bélgica.

              Ganhou mais de 21,7 milhões de euros, relativos ao primeiro prémio que estava em jogo.

              Segundo o Departamento de Jogos da Santa Casa, dois apostadores – um dos quais português – garantiram o segundo prémio do Euromilhões, sendo que cada um deles tem direito a um valor bruto que ronda os 503 mil euros.

              Ao abrigo das regras de tributação que vigoram em Portugal, os prémios de jogo estão sujeitos a tributação, com imposto de selo de 20 por cento.

              Isto significa que o português teve o prémio encurtado para pouco mais de 400 mil euros.

              Já no terceiro prémio, três apostadores receberam 67,1 mil euros, sendo que não houve em Portugal quaisquer contemplados.

              Última atualização: Sábado, 31 Janeiro 2015 14:06
               

              Gosta de chocolate? O Campo Pequeno acolhe um evento a pensar em si

              António Henriques   
              Quinta-feira, 29 Janeiro 2015 15:21

              chocolate1

              Chama-se ‘O Chocolate em Lisboa’ e vai decorrer na arena do Campo Pequeno, entre os dias 5 e 8 de fevereiro. Se gosta de chocolate, este evento vai preencher-lhe as medidas.

              Entre os dias 5 e 8 de fevereiro, o Campo Pequeno vai receber o evento ‘O Chocolate em Lisboa’, que vai juntar os melhores projetos artesanais, marcas e chefs prestigiados, para uma experiência única, que promete provocar uma explosão de sentidos.

              Todos os dias, entre as 10h30 às 21h30, são apresentados projetos, entre nomes de origem portuguesa e internacionais, que expõem tabletes, bombons, brigadeiros, trufas, macarons, crepes, pastelaria fina, chocolate quente, bolos, vinhos, frutos secos, especiarias, chá, fruta, entre outros.

              A programação deste evento inclui também workshops, provas, exposições dedicadas a este produto e demonstrações práticas de receitas com a iguaria “estrela” desta iniciativa, pela mão de chefs pasteleiros e mestres chocolateiros de renome.

              São esperadas mais de 35 mil pessoas nesta edição de 2015 que terá entre as suas novidades o espaço ‘O Chocolate é uma Jóia’.

              Cerca de 70 expositores de marcas e chocolates farão as delícias daqueles que visitarem ’O Chocolate em Lisboa, destacando-se Callebaut, Valrhona, Michael Cluizel, Casa Grande Chocolatier, Marbela, L' éclair, Imperial, Mestre Cacau, Denegro, Chocolataria Equador, entre outros.

              Filipe Frazão, responsável pela iniciativa, destaca que serão exibidas “peças originais da autoria da joalheira Tânia Gil replicadas em chocolate pelo reconhecido chefe pasteleiro Anderson Miotto, do Hotel Myriad by Sana”.

              A exposição ‘Da Flor do Cacau ao Chocolate’ dá as boas-vindas a todos visitantes deste evento, retratando a história do chocolate, desde as origens até ao consumo, incluindo curiosidades sobre fabrico, composição, benefícios para a saúde, entre outros.

              No Campo Pequeno, os sentidos vão ser despertados com chocolates provenientes de diferentes países: Portugal, Bélgica, Suíça, Espanha, França, Itália, Inglaterra, São Tomé e Príncipe, EUA e Vietname.

              E para aqueles que desejem aprofundar ainda mais os seus conhecimentos, este evento vai ainda oferecer vários workshops/provas, acessíveis a todos os visitantes, sendo que a inscrição nos mesmos tem o custo entre 8 e 10 euros.

              “A receita do bolo de chocolate foi a mais procurada no Google em 2014 e é um exemplo do que todos os amantes e curiosos terão a oportunidade de aprender nestas sessões dirigidas por alguns dos mais conceituados pasteleiros”, exemplifica Filipe Frazão.

              O evento assegura ainda um local para fazer uma breve refeição e saborear um delicioso Cacau quente, o ‘Cacau Lounge’, a cargo da prestigiada ‘Casa da Comida’, para todos aqueles que desejarem fazer uma pausa.

              O ‘Chocolate em Lisboa’ dá a conhecer uma mostra diversificada do melhor chocolate que é feito e se pode encontrar em Portugal e no mundo – um evento imperdível para todos os aficionados desta iguaria, cujo bilhete de entrada tem o valor de 3,50 euros.

              A iniciativa resulta de uma parceria entre o Campo Pequeno e o Cacau Clube de Portugal.

              Última atualização: Quinta-feira, 29 Janeiro 2015 15:24
               

              Cai Helicóptero com 900 quilos de haxixe, duas pessoas perderam a vida

              António Henriques   
              Quinta-feira, 29 Janeiro 2015 12:41

              heli malagaDuas pessoas morrem na queda de um helicóptero, em Málaga, Espanha. O aparelho, que transportava 900 quilos de haxixe, embateu numa torre de eletricidade. De acordo com as autoridades locais, o helicóptero estava camuflado, para passar despercebido durante a noite.

              A queda de um helicóptero utilizado no tráfico de droga, em Espanha, provocou duas mortes – os tripulantes que seguiam a bordo.

              O aparelho, que transportava quase uma tonelada de haxixe, embateu num poste de eletricidade e o piloto não evitou a queda.

              Segundo o jornal espanhol Málaga Hoy, o helicóptero estava camuflado, pintado de preto, para passar despercebido às autoridades, durante a noite.

              O acidente ocorreu na madrugada da passada terça-feira, na localidade de Cortes de la Frontera, em Málaga.

              A polícia espanhola está a proceder a investigações para determinar a origem do haxixe, sendo que se suspeita que seja oriunda de Marrocos, porta de entrada de droga em Espanha.

              A Serranía de Ronda é uma das zonas preferidas dos narcotraficantes marroquinos, que transportam drogas para a Europa.

              Última atualização: Quinta-feira, 29 Janeiro 2015 13:55
               

              Sócrates “encontra-se preso mercê de decisão ilegal”, aponta a defesa

              João Miguel Ribeiro   
              Quinta-feira, 29 Janeiro 2015 10:22

              jose socrates

              Ao recorrer contra a prisão preventiva, José Sócrates vai apelar que a medida de coação foi “ilegal, injusta e injustificada, e sem pronúncia autónoma do juiz”. A defesa do ex-primeiro-ministro teceu críticas ao juiz Carlos Alexandre por defender que a prisão de Sócrates "não peca por excesso”.

              O recurso contra a prisão preventiva de José Sócrates marca a agenda do dia. Vários jornais estão a revelar pormenores de um documento que excede as 70 páginas e deverá ser apresentado, ainda esta semana, no Tribunal da Relação de Lisboa.

              No entender da defesa, o ex-primeiro-ministro “encontra-se, pois, preso mercê de uma decisão ilegal, injusta e injustificada, e sem pronúncia autónoma do juiz”, de acordo com a citação do Público.

              O principal argumento é a eventual “qualidade de prova proibida”, ou seja, a defesa entende que o Ministério Público (MP) não pode recorrer a informação bancária com origem no estrangeiro.

              “A prova, não se sabe qual ou de quê, que a investigação possa procurar em diligências junto de bancos e autoridades estrangeiras pode ingressar na qualidade de prova proibida, face ao que dispõem os artigos 5.º, número 5 do Regime Extraordinário de Regularização Tributária (RERT) I, II e III”, refere o texto do recurso.

              Em causa estão os alegados vários milhões de euros que, segundo o Sol, estavam depositados num banco suíço (UBS) em nome de contas offshore, as quais eram controladas por Carlos Santos Silva, o empresário e amigo de Sócrates que também se encontra em prisão preventiva, no âmbito do mesmo processo.

              Os advogados do ex-primeiro-ministro sustentam que foram aplicadas três amnistias fiscais em Portugal: em 2005 e 2010, durante os Governos de Sócrates, e em 2012, pelo executivo de Pedro Passos Coelho. Assim, segundo a defesa, o MP não pode acusar quem aproveitou os RERT para transferir dinheiro do estrangeiro para Portugal.

              “Nos limites do presente regime, a declaração de regularização tributária não pode ser, por qualquer modo, utilizada como indício ou elemento relevante para efeitos de qualquer procedimento tributário, criminal ou contra-ordenacional, devendo os bancos intervenientes manter sigilo sobre a informação prestada”, sustentaram os advogados.

              Foi ao abrigo do RERT que, no caso dos submarinos, o MP não conseguiu “apurar o recebimento de alguns montantes”, nem “quem eram os beneficiários” dessas eventuais luvas”, o que inviabilizou “incriminação a título de fraude fiscal”.

              Críticas ao juiz

              O recurso visa ainda diretamente Carlos Alexandre, sustentando que o juiz de instrução criminal violou o princípio de reserva do juiz e o dever de fundamentar a decisão.

              De acordo com o Jornal de Notícias, o magistrado terá escrito que as medidas de coação, “a pecarem, não será por excesso”.

              Segundo os advogados de José Sócrates, Carlos Alexandre assumiu uma postura de acusador ao invés da de juiz, acolhendo as posições do MP (representado pelo procurador Rosário Teixeira) sem qualquer distanciamento.

              O ex-primeiro-ministro “encontra-se, pois, preso mercê de uma decisão ilegal, injusta e injustificada, e sem pronúncia autónoma do juiz”, alegou a defesa.

              Última atualização: Quinta-feira, 29 Janeiro 2015 10:23
               


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              Joaquim Jorge
              Biólogo, fundador do Clube dos Pensadores
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