Tecnologia & Ciência



Há cada vez mais utilizadores a trocarem o Android pelo iOS da Apple

Sérgio Meireles   
Quarta, 28 Janeiro 2015 19:22

iphone vs androidNão há dúvidas de que o Android possui um vasto conjunto de fãs e admiradores, mas o iOS começa a ganhar terreno, onde até agora, o Google era rei e senhor, mesmo não sendo acessível a todas as carteiras, diga-se.

Esta confirmação partiu do próprio Tim Cook, o CEO da Apple. Citado pelo portal iMore, Tim Cook revelou que o iOS continua a crescer em todo o mundo, contando com cada vez mais utilizadores. A taxa de utilizadores que troca um equipamento com o sistema Android por outro com o iOS da Apple aumentou nos últimos meses, tendo batido mesmo recordes históricos.

A Apple revela que, apesar de ainda não ter dados em concreto, os dados preliminares revelam que o iOS tem vindo a ser cada vez mais adotado como sistema padrão pelos utilizadores.

É importante realçar que a adoção do iOS não indica que seja dos últimos modelos do iPhone ou iPad. Este pode referir-se a qualquer equipamento móvel da Apple. Como sabemos, equipamentos mais antigos como o iPhone 4S, continuam a ser vendidos no mercado. O volume de vendas do iPhone no último trimestre de 2014 vai nesse sentido - 74 milhões de iPhones vendidos entre outubro e dezembro.

Apesar de ser um equipamento mais caro e não acessível a todas as carteiras, ele oferece um maior desempenho, estabilidade e fiabilidade do que o Android, um facto inegável. O investimento num iPhone, apesar do seu elevado preço, pode ser recompensado com a longevidade do produto.

Como é do conhecimento dos utilizadores, a Apple garante atualizações de software durante vários anos, ao contrário do Google que deixa alguns equipamentos com o Android ‘pendurados’.

Última atualização: Quarta, 28 Janeiro 2015 20:34
 

Apple: 74 milhões de iPhones vendidos em apenas 3 meses

Sérgio Meireles   
Quarta, 28 Janeiro 2015 08:28

iphone 6 vendas 2014A Apple não para de surpreender a cada lançamento de um novo produto e, o ano de 2014 não foi exceção. Com os lançamentos do iPhone 6 e 6 Plus, as espectativas, quer da marca quer dos consumidores, eram bem altas, diga-se.

A marca de Cupertino vendeu, só no último trimestre de 2014, a impressionante quantia de 74,4 milhões de iPhones. A cada gadget que a marca da maça lança para o mercado os números, no que ao volume de vendas diz respeito, vão sempre no sentido ascendente.

O seu tablet, o iPad, ainda que com números um pouco mais baixos, vendeu 21 milhões de unidades no mesmo período. Com isto, a Apple encaixou 74,6 mil milhões de dólares. Estes números são bastantes otimistas, se comparados com os dos analistas que apontavam para números muito abaixo dos 70 milhões.

Só na China, as receitas da Apple subiram 70 por cento, o que demonstra a importância do mercado asiático para a marca. Este crescimento exponencial na China deve-se, sobretudo, à parceria da Apple com a maior operadora daquele país, a China Mobile.

Luca Maestri, diretor financeiro da Apple, disse também que as vendas dobraram no Brasil, o que demonstra a importância e o crescimento do mercado brasileiro para a Apple.

Última atualização: Quarta, 28 Janeiro 2015 08:28
 

Microsoft fechou 2014 com resultados financeiros positivos

Sérgio Meireles   
Terça-feira, 27 Janeiro 2015 20:17

ms resultados financeiros2014Ao contrário do que alguns especulavam sobre os investimentos da Microsoft nos últimos tempos, os resultados estão aí para mostrar que tais investimentos foram uma jogada certa para a marca de Redmond.

As finanças da Microsoft estão de boa saúde e o final do ano passado foi fértil no volume de vendas. Nos meses compreendidos entre outubro e dezembro, a Microsoft vendeu cerca de 10 milhões de Lumias, gerando um valor monetário na casa dos 2 mil milhões de dólares.

Este crescimento deve-se, sobretudo, à chegada de novas marcas à plataforma móvel da Microsoft - como foi o caso da Yezz Mobile, e a procura por dispositivos de entrada de gama, aqueles que chamamos de mais acessíveis.

O tablet da Microsoft, o Surface Pro, também foi responsável pelo crescimento da marca no último trimestre do ano passado. Só em vendas do Surface Pro, a marca cresceu 24 pontos percentuais face ao mesmo período do ano anterior, atingindo os mil milhões de dólares em vendas.

No geral, e já englobando o software, Windows e Office, a marca teve um crescimento de 8 por cento e um resultado líquido no valor de 12,9 mil milhões de dólares, cerca de 11 mil milhões de euros.

O responsável por esta recuperação da imagem da marca é, sobretudo, o atual CEO, Satya Nadella. A sua ‘ousadia’ em mudar de lugar, coisas que até agora estavam religiosamente pré-definidas, estão, ainda que lentamente, a dar os primeiros frutos.

Satya Nadella afirmou, que a empresa está num período de transição e que o importante nessa transição, é trazer os melhores e mais inovadores produtos pata os consumidores. Para o CEO da Microsoft, a chegada do Windows 10 será o início de um novo ciclo para marca de Redmond.

Última atualização: Quarta, 28 Janeiro 2015 07:13
 

“Segurança interna”, diz a China para justificar bloqueios na internet

João Miguel Ribeiro   
Terça-feira, 27 Janeiro 2015 14:38

firewall da china

O Governo justificou a “grande ‘firewall’ da China” com os imperativos de garantir a “soberania ciberespacial”. O ‘império do meio’ cortou os acessos a servidores estrangeiro, garantindo que a única internet disponível é a que o regime controla, pois é preciso “manter segurança do ciberespaço”.

Durante quase dois milénios, a China ergueu uma Grande Muralha para se proteger das hordas invasoras.

Em pleno século XXI, ergueu uma grande ‘firewall’ (um dispositivo de segurança informática) para se proteger dos invasores cibernéticos.

A medida foi assumida pelo Governo chinês com o intuito de “manter a segurança do ciberespaço”, ou, mais precisamente, de garantir a “soberania ciberespacial”, como resumiu um dirigente do Ministério da Indústria e Tecnologia de Informação (MIIT).

“O rápido desenvolvimento da Internet está a obrigar o MIIT a utilizar novos meios para manter a segurança do ciberespaço e o seu estável funcionamento. O país precisa de novos métodos para enfrentar novos problemas”, explicou o diretor do desenvolvimento de telecomunicações, Wen Ku.

“O desenvolvimento da Internet tem de ser feito de acordo com a lei chinesa”, frisou ainda o responsável governamental, aludindo aos princípios da “segurança interna” e da “estabilidade social”.

A “grande ‘firewall’ da China” tornou-se conhecida depois de vários media relatarem novas restrições no acesso à internet a partir do ‘império do meio’. A ‘firewall’ estará a cortar o acesso a todos os servidores estrangeiros, pelo que os chineses só terão acesso a sites e redes sociais alojados em servidores chineses: ou seja, censurados pelo regime.

A “atualização” da “grande ‘firewall’ da China”, classificada por um dos jornais do Partido Comunista da China como um ato de “soberania ciberespacial”, atingiu sobretudo as ligações á internet efetuadas a partir de dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Isto, refira-se, num país onde dois terços das ligações em 2014 tenham sido efetuadas através de dispositivos móveis.

Os dados mais recentes apontam para que, no final do ano passado, o número de chineses com acesso à internet tenha sido superior aos 648 milhões. Quase um terço são jovens com idades entre os 20 e os 29 anos.

Última atualização: Terça-feira, 27 Janeiro 2015 14:49
 

‘Something went wrong’ no Facebook e no Instagram: Redes sociais sofrem ‘apagão’

António Henriques   
Terça-feira, 27 Janeiro 2015 13:32

facebook1Um ‘apagão’ no Facebook e no Instagram, nesta terça-feira, impediu os utilizadores das redes sociais de acederem ao seu espaço. Rumores de que se tratou de um ataque de hackers já foram desmentidos pela porta-voz do Facebook. O problema, que durou cerca de 40 minutos, afetou sobretudo norte-americanos, neozelandeses e australianos.

Muitos utilizadores do Facebook e no Instagram tentaram em vão, nesta terça-feira, aceder às suas contas na rede social, devido a uma falha, que levou os responsáveis a pedir desculpa.

Depois deste problema, surgiram rumores de que o Facebook teria sido alvo de um ataque de hackers.

O grupo Lizard Squad, que se popularizou com os ataques à rede da Sony e Microsoft, reclamou a autoria de um ataque.

 Mas essa informação já foi desmentida de forma oficial. “Não se trata de um ataque. Ocorreu depois de introduzirmos mudanças que afetaram a configuração do nosso sistema. Estamos a trabalhar com rapidez e todos os serviços estarão a 100 por cento em breve”, garantiu a porta-voz do Facebook em declarações reproduzidas pela BBC.

O ‘shut down’ foi sentido sobretudo nos EUA, Austrália e Nova Zelândia. “Sorry. Something went wrong” [Desculpe. Algo correu mal], leram os utilizadores que ficaram inibidos de abrir a sua conta.

Entretanto, enquanto durou o ‘apagão’, o Twitter registou um tráfego superior e foi a plataforma para se falar... do Facebook.

Alguns utilizadores partilharam precisamente as zonas do mundo afetadas. Os serviços do Instagram e do Facebook já retomaram a normalidade.

Última atualização: Terça-feira, 27 Janeiro 2015 13:38
 


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